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Por que o Rádio é importante para as empresas?

Onde tem internet, tem rádio! Onde tem rádio, nem sempre tem internet...

Quem trabalha com Rádio está acostumado com as perguntas dos amigos, dos ouvintes e dos anunciantes. As principais são: “o rádio vai acabar?”, “as pessoas ainda ouvem rádio?”, “a internet não é uma ameaça para o rádio?”, “por que anunciar em rádio?” e por aí vai. Mas se aqui falo com administradores e interessados pela área de comunicação e marketing, vou tentar convencê-los sobre a importância do rádio para o seu negócio!

A pergunta “o rádio vai acabar?” sempre vem acompanhada de um “sabe como é, com MP3, iPod, iPad, iIsso, iAquilo (e a lista segue...) temos acesso ao mesmo conteúdo do rádio, é prático e móvel”. Verdade. Mas quem ouve rádio quer apenas uma playlist ou uma informação? Se a resposta fosse sim, o rádio estaria mesmo caminhando para o “the end”. O ouvinte de rádio, mais que as músicas ou a notícia, quer a companhia do comunicador, a opinião, a imaginação e a emoção e uma voz amiga. Amiga mesmo, o rádio é o veículo íntimo do ouvinte: está junto dele quando acorda, no trabalho, na volta para casa...

Mesmo quem prefere a música ou a informação, momento ou outro vai recorrer ao rádio para conhecer uma música nova ou saber o que está acontecendo no momento, afinal, ele é instantâneo.

As rádios, vulgo empresas de comunicação por meio de radiodifusão, se adaptam para atender as demandas do mercado. Não só para seus clientes anunciantes, mas também para os clientes ouvintes. Emissoras de rádios qualificadas não tem medo da internet, mas a utilizam como uma forma de potencializar seu alcance. A internet é móvel? O rádio também – quem nunca usou um “radinho a pilha”? A internet tem interação? O rádio também – quem nunca ligou para uma rádio para conversar com o locutor ou mandar uma música para alguém?

Aqui no Planejamento e Marketing de três grandes rádios de Florianópolis, a internet é vista sempre como uma oportunidade. Já viram páginas de rádios no facebook? A maioria delas tem um número relevante de seguidores, mais do que muitas outras empresas. Olha aí uma oportunidade: conversar com ouvinte pelo on air (pelo rádio) e online. E para os ouvintes? Se rádio é uma companhia, esta companhia é o comunicador e este comunicador fala no rádio; a internet abriu uma nova possibilidade: o comunicador é a companhia que fala com ouvinte pelo rádio e pelas Redes Sociais. E como interagem pelas Redes Sociais, chegam a ficar íntimos. Mais íntimos.

Agora, por que investir em rádio?

Vou fazer uma comparação simples.Onde tem internet, tem rádio. Onde tem rádio, nem sempre temos uma internet. O iPod, iPad, iAquilo e todos estes gadgets possuem rádio! E os que não possuem rádio, possuem internet. Oras, a internet tem rádio! Logo, quem tem internet, tem rádio! E quem pode ficar na internet, assistir TV ou ler um jornal no transito? O ouvinte pode apreciar o rádio neste momento (pessoal de outros veículos: pi pi pi pi, olha o recalque!).

Comunicação é essencial para qualquer negócio. Mas para quem comunicar? Para empresas de grande porte, que podem pagar os altos valores da TV ou do Jornal, o rádio continua importante. Mas para as pequenas empresas é que faz a diferença: um grande alcance, focado no seu público e com o custo de inserção mais em conta. E a produção de um comercial de rádio?

Imagine que você precisa de uma “mulher gostosa” para a campanha da sua cerveja. Para uma produção de TV, você paga pelo cenário, pela produção (câmeras, edição e etc.), por uma modelo morena, uma loira (caso o telespectador tenha esta preferência), por uma modelo ruiva (vai que o consumidor não gosta de loiras e morenas) e por aí vai. Para uma produção de rádio, você vai precisar apenas de uma voz feminina agradável. Economiza-se até 95% de produção deixando o ouvinte imaginar com uma voz a “mulher gostosa” de acordo com o que esta figura é para ele.

E se apenas o comercial no rádio não basta, grandes emissoras estão preparadas para oferecer diversas soluções em comunicação: eventos de rádio como grandes shows, festivais e reuniões; unidades móveis (carro da rádio) para levar sua marca para as ruas e fazer interação direta com os ouvintes; comunicação nos sites e nas redes sociais da emissora, que muitas vezes tem mais seguidores do que a própria página de um cliente. Se você chegar aqui onde trabalho, nossa equipe terá o prazer em elaborar uma solução em comunicação diferenciada, que traga resultados e que entre no seu bolso envolvendo todas as plataformas que as emissoras de rádio estão presentes!

O pessoal de rádio está preparado para colocar o seu cliente na sua porta. Depois disso, é com você!

AUTOR: Filipe Santos, formado em Administração, foi Analista de Inteligência de Mercado das Rádios do Grupo RBS: Atlântida, Itapema FM, CBN Diário, Gaúcha, Cidade e Farroupilha.

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